Ahhh o Caribe! Lugar paradisíaco com suas águas cristalinas em vários tons de azul e verde, praias com areia branquinha, músicas animadas, povo alegre e boa energia, esse foi o meu destino de viagem em julho de 2015. Durante a estadia de sete dias na República Dominicana visitamos Punta Cana (roteiro principal), Santo Domingo (capital do país), Isla Saona, Isla Catalina e Altos de Chavón.

No dia 04 de julho de 2015, eu e minhas companheiras de viagem (minha mãe e seis amigas dela) embarcamos no aeroporto internacional de São Paulo/Guarulhos (Brasil) em um voo de seis horas até Bogotá (Colômbia), onde fizemos a conexão, e depois mais três horas até Punta Cana (República Dominicana), nosso destino. Ao desembarcarmos em Punta Cana, o transporte responsável pelo traslado até o hotel já estava nos esperando e lá fomos nós em direção ao Iberostar Punta Cana, porém, antes de chegarmos ao nosso hotel, o ônibus fez diversas paradas a fim de deixar os demais turistas em suas hospedagens que estavam no percurso.

Assim que entramos no complexo Iberostar fomos nos encantando com cada um dos hotéis à medida que o ônibus deixava as pessoas em seus respectivos e a certeza de que nossas férias seriam maravilhosas só aumentava, então finalmente chegamos à nossa hospedagem e mais uma vez o encantamento estava presente. Os quatro resorts do complexo são: Iberostar Grand Bávaro, Iberostar Bávaro, Iberostar Dominicana e Iberostar Punta Cana. Como ficamos no Iberostar Punta Cana pudemos circular livremente também pelo Iberostar Dominicana e desfrutar de toda a infraestrutura que os dois oferecem, uma vez que estão interligados, porém essa liberdade não se estendeu aos outros hotéis do complexo. Fiquei apaixonada pelo belíssimo paisagismo que nos fez companhia por sete dias, adorei a decoração de cada um dos ambientes e me encantei com os animais que passeavam por entre os hóspedes (flamingos, tartarugas, patos, garças, pássaros e gatinhos).

Na dupla Iberostar Punta Cana/Iberostar Dominicana há lojinhas com produtos bem legais a preços acessíveis, equipe de animação na piscina, entretenimento todas as noites (danças, bandas, apresentações de teatro…), restaurantes à la carte (mediante reserva prévia), danceteria, bar, maravilhoso sistema all-inclusive com comida farta e deliciosa e bebidas alcoólicas e não alcoólicas, entre outras opções de lazer. Nós fomos em um grupo de oito mulheres e ficamos em quartos duplos, que são amplos e muito confortáveis, possuem uma cama grande de casal, salinha de estar, ar-condicionado, cofre, guarda-roupa, televisão, frigobar, telefone e o banheiro é espaçoso e bem equipado, as suítes estão localizadas em um prédio de quatro andares e há elevador para quem preferir. Todos os dias, no enorme saguão do hotel, havia representantes de algumas agências de turismo oferecendo passeios. O único ponto negativo refere-se ao Wi-Fi, pois o resort oferecia apenas uma hora gratuita durante toda a estadia e se o hóspede quisesse mais tempo teria que pagar (o pacote de 7 dias, por exemplo, custava 35 dólares).

A praia em frente ao resort é a Playa Bávaro, com sua areia branquinha e água cristalina. Na época em que estivemos em Puna Cana houve a presença de milhares de algas pela orla durante toda a nossa estadia, mas mesmo assim era possível entrar no mar e apreciar a água clara, morna e calma. Várias vezes ao dia víamos funcionários limpando as praias a fim de remover as algas da areia. Um dos guias nos disse que a situação das algas se tratava do amadurecimento e desprendimento das mesmas que ocorre de tempos em tempos, porém nas ilhas que visitamos, Saona e Catalina, não encontramos tal cenário (ufa!).

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Playa Bávaro e as algas

Na agência de turismo de nossa cidade nós fechamos o pacote para Punta Cana com o transporte, traslado e hospedagem (no sistema all-inclusive), ou seja, tudo já estava pago e só tivemos que levar dinheiro (dólar) para fazer os passeios extras que escolhêssemos e para comprar as lembrancinhas. Ressalto que não há necessidade de fazer um grande número de passeios por vários motivos, destacando o valor elevado dos mesmos e a comodidade de estar em um resort com várias opções de lazer e tudo pago.

O nosso passeio mais caro foi o casadinho Isla Catalina/Altos de Chavón que custou 100 dólares por pessoa, mas os outros (Santo Domingo e Isla Saona) não ficaram muito mais baratos não (por volta de 80 dólares cada), a boa notícia é que tudo estava incluso no valor dos três roteiros (ingressos para as respectivas atrações, bebidas e almoço). Conclusão, se quiser fazer passeios fora do resort leve por volta de 100 dólares para cada um deles, isso sem contar o passeio caríssimo que leva os turistas para nadar com os golfinhos, porém não o fizemos por custar 200 dólares por pessoa e mais 200 dólares se você quisesse as fotos (um absurdo!), pois não era permitido levar câmera fotográfica. Ao final dos três passeios (descritos abaixo), houve aquela parada para comprar lembrancinhas, mas preferi comprá-las na lojinha do hotel por serem mais baratas.

Santo Domingo: cidade fundada por Cristóvão Colombo em 1496, é a mais antiga das Américas e a capital da República Dominicana. Nosso passeio em Santo Domingo limitou-se à Zona Colonial (área histórica), mas durante o trajeto pudemos perceber que a cidade é bem moderna e que se assemelha às grandes cidades brasileiras. As atrações que visitamos com mais calma e que pudemos tirar várias fotos foram: Catedral de Santa María la Menor (a catedral mais antiga das Américas, datada do século XVI), Alcázar De Colón (palácio de Diego Colón, filho de Cristóvão Colombo, construído por volta de 1510 – hoje é um museu), Panteón Nacional (construção em homenagem aos grandes heróis da pátria) e Los tres Ojos (cavernas que abrigam lagos naturais com águas que são de um tom inacreditável de azul turquesa). Há também duas construções que conhecemos apenas do lado de fora, mas que merecem destaque: Faro a Colón (museu com os supostos restos mortais de Cristóvão Colombo) e Palácio Nacional. Nós turistamos pela Zona Colonial a pé e de Chu Chu (um trenzinho muito simpático).

Isla Saona: o trajeto até a ilha é longo, porém a bordo do catamarã a animação rolou solta graças as músicas agitadas e aos dois dançarinos que empolgaram os turistas (muitos se arriscavam a acompanhar a dupla), além das vistas maravilhosas pelo caminho. Um fato curioso: imaginem a nossa surpresa quando ouvimos “Ai, se eu te pego” e percebemos que quase todo mundo estava cantando e dançando ao som de Michel Teló! A ilha é lindíssima com suas características caribenhas que nos encantam com tamanha beleza, porém dentro do mar há inúmeras pedras, portanto, cuidado ao entrar nas convidativas águas calmas e translúcidas. Ao final do passeio, fomos levados de lancha até uma piscina natural onde foi possível ver uma estrela-do-mar enorme e uma concha bem bonitinha.

Isla Catalina: é uma ilha simplesmente maravilhosa com a areia branquinha (porém bem quente) e água morna e cristalina com várias tonalidades. Nesse pedacinho de paraíso não tinha tanto turista quanto na Isla Saona (estávamos em vinte pessoas na ilha), o que o tornou mais especial ainda. Apesar do trajeto de catamarã ser longo não foi nada penoso, pois havia comida, bebida, música animada, dança (com a mesma dupla de dançarinos que nos divertiu no caminho para Saona) e vistas deslumbrantes durante todo o percurso. Nesse passeio também paramos em uma área de mergulho/snorkeling e para fechar com chave de ouro conhecemos o Altos de Chavón.

Altos de Chavón: paramos nesse local na volta do passeio para a Isla Catalina e fiquei incrivelmente fascinada com as construções e atmosfera histórica transmitida. Trata-se da réplica de uma vila mediterrânea do século XVI e, apesar de ter sido construída em 1976, passa a sensação de realmente estarmos em um vilarejo medieval europeu. Altos de Chavón está localizado às margens do rio Chavón, na província de La Romana.

Obrigada e aguardo a sua próxima visita!